Não mais
Que belo papel fizestes! Ao precisares de mim, tu, que parecestes um bom ser, foras um cordeiro manso e doce. Agora, que pensas que o poder a ti pertence, renega-me como uma casca inútil de uma fruta outrora saboreada.
Não sinto mágoas de ti. Este, um sentimento que a mim não cabe, seria de grande relevância para alguém que revela-se um poço de interesses. Pena, portanto, seria exatamente o que tu passas ao desperdiçar tais situações vividas e compartilhadas. Sim. Vejo que não passou de mero devaneio meu achar que a egoncentricidade não fazia parte de ti.
O que o fazes pensar que és melhor que muitos? Ou melhor que eu? E de onde vem tanta pretensa auto-suficiência?
A máscara cai a todo momento. Como se fosse dissolvida por algo mais forte, ela pinga, gota por gota, de cor e cheiro repugnantes que me fazem nausear. Do mal-estar parece que me corta algo por dentro. Rasga em pedaços grosseiros que não podem ser remendados. Dilacera, corrói.
Ah! Mas o belo par de olhos que a muitos encanta não tem capacidade de ver que o próprio teatro cai, a cada segundo, por terra. Não enganas a mim. Não mais. A velha regra mais uma vez não deixa caber exceção. Tu não és exceção.
E o amparo e conforto que tinhas de mim escoem pelo esgoto juntamente com tua máscara e teu teatro.
Mas se pensas que de mim, a partir de então, terás ódio e rancor... Engana-te. Mais uma vez, já que é o que mais sabes fazer. Enganar-te e tentar fazer o mesmo aos outros. Não a mim. Não mais.
Não sinto mágoas de ti. Este, um sentimento que a mim não cabe, seria de grande relevância para alguém que revela-se um poço de interesses. Pena, portanto, seria exatamente o que tu passas ao desperdiçar tais situações vividas e compartilhadas. Sim. Vejo que não passou de mero devaneio meu achar que a egoncentricidade não fazia parte de ti.
O que o fazes pensar que és melhor que muitos? Ou melhor que eu? E de onde vem tanta pretensa auto-suficiência?
A máscara cai a todo momento. Como se fosse dissolvida por algo mais forte, ela pinga, gota por gota, de cor e cheiro repugnantes que me fazem nausear. Do mal-estar parece que me corta algo por dentro. Rasga em pedaços grosseiros que não podem ser remendados. Dilacera, corrói.
Ah! Mas o belo par de olhos que a muitos encanta não tem capacidade de ver que o próprio teatro cai, a cada segundo, por terra. Não enganas a mim. Não mais. A velha regra mais uma vez não deixa caber exceção. Tu não és exceção.
E o amparo e conforto que tinhas de mim escoem pelo esgoto juntamente com tua máscara e teu teatro.
Mas se pensas que de mim, a partir de então, terás ódio e rancor... Engana-te. Mais uma vez, já que é o que mais sabes fazer. Enganar-te e tentar fazer o mesmo aos outros. Não a mim. Não mais.

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