Espera
Passo a contar os minutos,
Para que venhas a mim.
O fardo, já não suporto mais.
A respiração torna-se forçosa.
Cansaço, perda de vontades.
Espero por ti.
Tu, que a todos consola,
Que com tuas suaves mãos embala,
O corpo inerte e sem forças,
Que já é retrato da alma.
Para que venhas a mim.
O fardo, já não suporto mais.
A respiração torna-se forçosa.
Cansaço, perda de vontades.
Espero por ti.
Tu, que a todos consola,
Que com tuas suaves mãos embala,
O corpo inerte e sem forças,
Que já é retrato da alma.

1 Comments:
O fato de não ter gostado, e ao mesmo tempo ter gostado, pois é muito bem escrito, esse poema, é o fato de não querer te perder. mas se assim a vida queira, temos que aceitar mais esse fardo. o pessado fardo da perda, que se dissipa com os segundos e que se um dia importância teve a peça perdida, ficará na cadeira mais confortavél da eterna lembrança.
beijos. Gandhi
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